Transatlântico São Paulo e o Impacto das Feiras e Eventos de Negócios

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O caminho para recuperação do Transatlântico São Paulo passa pelas FEIRAS DE NEGÓCIOS e consequentemente do Oceano Brasil, também.

Vale destacar que o estado de São Paulo representa 1/3 da economia do país, quando este Transatlântico é fundeado neste grande oceano chamado Brasil, provoca ondas que se multiplicam em vários anéis, atingindo todos os estados brasileiros, América Latina e o mundo, cujo reflexo provoca um mega impacto positivo ou negativo na economia do país.

As feiras de negócios alavancam o Brasil e em especial São Paulo e estão sendo tratadas na vala comum de vários segmentos menos impactantes na sociedade e na economia, como setores e atividades, que se beneficiam dos resultados gerados por esta atividade de promoção comercial e econômica, estes benefícios se multiplicam e provocam efeito de grande alcance em toda a cadeia econômica, induzindo negócios e oportunidades.

A Prefeitura Municipal de São Paulo reconhece a importância das feiras e eventos de negócios na cidade, como atividade vital de grande representatividade para a municipalidade e para economia como um todo, além de movimentar toda a cadeia de hospedagem, gastronomia, compras, turismo e serviços.

As feiras sempre operaram com estrutura e conhecimento para atender o fluxo de expositores e visitantes, inclusive cumprindo protocolos sanitários, neste momento não é diferente, estamos preparados para realizar nossa ação de reabertura. É importante destacar que esta atividade exige planejamento e preparação logística.

Nossa cadeia produtiva representa 160 mil empregos no estado de São Paulo, além da ativação de negócios em chão de fábrica de todo o país, com milhares e milhares de empregos.

As feiras e eventos de negócios geram valores na ponta de mais de R$300 bilhões em negócios no estado de São Paulo, induzindo o consumo interno e exportações, projetando valor nacional da ordem de R$1 trilhão de reais.

Esta abertura deverá ser realizada com serenidade e responsabilidade social perante os seus públicos alvos tais como: colaboradores, expositores e visitantes compradores, visitação altamente qualificada.

Milhares de empresas e empregos do setor estão sendo afetados de forma abrupta, com 98% dessas empresas inoperantes de acordo com a pesquisa Sebrae/Ubrafe/Abeoc.

Urge a retomada das atividades como fato econômico e social, todas as empresas estão objetivando o cumprimento de normas e protocolos sanitários, a exemplo de outros setores em atividade, na mesma linha seguida pelos shopping centers.

Vamos colocar o Transatlântico São Paulo a navegar em benefício do Brasil!

DIRETORIA
UBRAFE – União brasileira dos Promotores de Feiras e SINDIPROM-SP – Sindicato de Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do Estado de São Paulo

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